O prefeito Washington Quaquá falou agora pouco, 12:30 horas, a CBN sobre a situação da cidade. O prefeito de Maricá estava se dirigindo a uma reunião que teria com o Governador do Estado, Sérgio Cabral filho, e com o Ministro da Integração Nacional, João Reis Santana Filho, sobre as enchentes que causou várias mortes e desabrigados no Rio e em cidades da Região Metropolitana como Niterói, São Gonçalo e em Maricá. Na reunião será debatido os procedimentos e os investimentos a serem feitos nascidades atingidas.
Quaquá informou que a cidade conta com duas vitimas fatais. Um pescador, ainda não identificado que estava na lagoa durante a tempestade e não conseguiu retornar e acabou sofrendo afogamento. A outra vitima foi devido a descarga elétrica, segundo as primeira informações.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Numeros da enchente em Maricá
A Secretaria de Comunicação da Prefeitura de Maricá confirmou agora a pouco que há até o momento 127 pessoas desabrigadas, uma pessoa desaparecida e um pescador morreu devido as fortes chuvas.
Moradora na rua Colorado no Bairro Mumbuca, Aila Brandão conta que teve sua casa invadida pelas águas da chuva e teve que sair, ajudada pela Defesa Civil, as pressa e pela janela.
Ela conta que foi andando pela rodovia na chuva para tentar chegar ao bairro Flamengo. Segundo depoimento dado pelo msn usando um leptop Aila disse estar na casa de uma amiga que lhe ofereceu abrigo. Ela conta ainda que um onibus da Empresa Nossa Senhora do Amparo passou e nao parou "e eu tinha dinheiro pra pagar. O cara deu um riso e cai fora me senti um lixo total desprezivel. Perdi tudo, tudo de baixo d'água. Sai com a roupa do corpo de barco como a ajuda da Defesa Civil".
A preocupação agora é com a Leptospirose, doença transmitida através da urina do rato. Quem esteve em áreas alagadas teve contato com as águas da chuva deve procurar o quanto antes um posto para tomar vacina contra a doença. De imediato deve pelo menos lavar bem o local que esteve em contato com as águas da chuva.
Nas escolas municipiais há comida e colchões para atender aos desabrigados.
Moradora na rua Colorado no Bairro Mumbuca, Aila Brandão conta que teve sua casa invadida pelas águas da chuva e teve que sair, ajudada pela Defesa Civil, as pressa e pela janela.
Ela conta que foi andando pela rodovia na chuva para tentar chegar ao bairro Flamengo. Segundo depoimento dado pelo msn usando um leptop Aila disse estar na casa de uma amiga que lhe ofereceu abrigo. Ela conta ainda que um onibus da Empresa Nossa Senhora do Amparo passou e nao parou "e eu tinha dinheiro pra pagar. O cara deu um riso e cai fora me senti um lixo total desprezivel. Perdi tudo, tudo de baixo d'água. Sai com a roupa do corpo de barco como a ajuda da Defesa Civil".
A preocupação agora é com a Leptospirose, doença transmitida através da urina do rato. Quem esteve em áreas alagadas teve contato com as águas da chuva deve procurar o quanto antes um posto para tomar vacina contra a doença. De imediato deve pelo menos lavar bem o local que esteve em contato com as águas da chuva.
Nas escolas municipiais há comida e colchões para atender aos desabrigados.
Chuva forte castiga Maricá, Niterói e S.Gonçalo
Niterói é o municipio mais atingido pelas fortes chuvas que castigam a cidade do Rio e Região Metropolitana desde o começo da noite de ontem, 5 de Abril. O prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, decretou pela primeira vez na história do municipio estado de emergência. Niterói já contabiliza 48 mortes. Em S.Gonçalo a situação também é muito ruim e já conta com mais de 2 mil desabrigados. Em Maricá bairros desapareceram devido as fortes chuvas. O prefeito vai discutir com uma equipe engenheiros do Instituto Estadual do Ambiente a possibilidade de abrir um canal da lagoa da Barra de Maricá para o mar, já que a proximidade facilitaria o trabalho com máquinas e poderia escoar a água. Bairros como Recanto de Itaipuaçu, Inoã, São José de Imbaçaí, Mumbuca, Itapeba e Pedreiras foram os mais atingidos. O prefeito informou ainda que as escolas municipais serão usadas para receber os desabrigados. Em Niterói e na Cidade do Rio de Janeiro as escolas também serão usadas para atender aos desabrigados.
Como em Maricá a ocupação de encostas não é uma constante, segundo o prefeito Washington Quaquá, foi um dos motivos de não ter havido vitimas fatais no municipio.
Moradora do bairro Parque Eldourado Sabina Lux, informou ter retirado seus filhos e abandonado sua casa as pressas que foi invadida pela chuva.
As escolas municipais na cidade de Maricá, Niterói e Rio de Janeiro não terão aula amanhã. O mesmo acontece nas Universidades Estaduais. O Governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, solicitou as escolas e universidades particulares que sigam o mesmo procedimento.
Prefeito Washington Quaquá concede entrevista a Rádio CBN
O prefeito da cidade de Maricá, Washington Quaquá, concedeu entrevista a Rádio CBN, no começo da tarde desta terça-feira, 6 de abril, e falou da situação da cidade. Bairros como Itaipuaçu, Inoã, São José de Imbassaí, Itapeba, Mumbuca e Pedreiras são os mais atingidos. Quaquá decretou estado de emergência. Escolas municipais estão servindo de abrigo. A cidade já conta com cerca de 100 desabrigados, no Rio e na Região Metropolitana o número de mortos já passa de 79."A cidade está em baixo d'água" afirmou o prefeito Quaquá. Em Medida de emergência, ainda hoje, há a previsão para abertura do um canal na altura do DPO na Barra de Maricá para que a água que aumenta em muito o nível da Lagoa possa escoar para o mar.
O prefeito comentou, ainda durante a entrevista, que não sabe se a cidade vai aguentar mas uma noite de chuva.
Alguns Bairros estão completamente sem acesso. Embora não haja informações de vitimas fatais, há muitas perdas materiais. Hoje apartir das 18 horas haverá uma reunião para fazer um balanço sobre os estragos e quais as medidas a serem tomadas para amenizar os danos causados pela chuva.
CHUVA CASTIGA REGIÃO
No Rio e Região Metropolina já são mais de 79 mortos devido a chuva que cai desde ocomeço da noite de ontem. Em Maricá não há registro de mortos, mas há cerca de 100 desabrigados. Os bairros de Itaipuaçu, Inoã, S. José do Imbassaí e Mumbuca são os mais atingidos. A prefeitura decretou estado de emergência.
sábado, 27 de março de 2010
Hora de apagar as luzes
A Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, é uma iniciativa global da Rede WWF para enfrentar as mudanças climáticas.
No sábado, dia 27 de março de 2010, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.
Em 2009, milhões de brasileiros apagaram as suas luzes e mostraram que sua preocupação com o aquecimento global. No total 113 cidades brasileiras, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta 2009. Ícones como o Cristo Redentor, a Ponte Estaiada, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por sessenta minutos.
No sábado, dia 27 de março de 2010, às 20h30, pessoas, empresas, comunidades e governo são convidados a apagar suas luzes pelo período de uma hora para mostrar seu apoio ao combate ao aquecimento global.
Em 2009, milhões de brasileiros apagaram as suas luzes e mostraram que sua preocupação com o aquecimento global. No total 113 cidades brasileiras, incluindo 13 capitais, participaram da Hora do Planeta 2009. Ícones como o Cristo Redentor, a Ponte Estaiada, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por sessenta minutos.
Casal Nardoni é condenado pela morte de Isabella
Após cinco dias de julgamento, Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá, pai e madrasta de Isabella, foram condenados a prisão pela morte da menina, então com 5 anos. O pai recebeu pena de 31 anos, um mês e dez dias, enquanto a madrasta foi condenada a 26 anos e oito meses de prisão.
O casal Nardoni vai cumprir a sentença em regime fechado. Eles foram condenados por homicídio triplamente qualificado, por usarem meio cruel, dificultarem a defesa da vítima e tentarem esconder o crime anterando o local.
Durante esta sexta-feira, acusação e defesa apresentaram suas teses para o júri popular, composto de 4 mulheres e 3 homens, no Fórum de Santana, zona norte de São Paulo. Nas primeiras horas deste sábado, o juiz anunciou a sentença com a condenação dos réus.
Pela manhã, O promotor Francisco Cembranelli afirmou que o casal Nardoni estava no apartamento quando a menina Isabella foi atirada pela janela do sexto andar do Edifício London, no dia 29 de março de 2008.
"Eles (Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá) estavam no apartamento quando Isabella foi jogada", disse Cembranelli, na primeira parte do debate entre defesa e acusação, ao comparar as ligações telefônicas entre vizinhos e polícia no dia do crime. Com base em uma reprodução cronológica das ligações, o promotor cravou: "Contra fato não há argumento."
Na segunda parte de sua exposição no quinto dia de julgamento do caso Isabella, o promotor Francisco Cembranelli continuou calcado na cronologia e na perícia para colocar o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá na cena do crime. Ele alegou que o depoimento dos réus não faz sentido. "No momento em que o casal estava lá dentro (do apartamento) é que ela foi defenestrada. Isso é prova científica, senhores jurados. Não cabe contestação", disse ele, usando a maquete para ilustrar seus argumentos.
O advogado de defesa, o criminalista Roberto Podval, usou dois apartes formais - interrupções dentro do código - para criticar a perícia e perguntar sobre as provas, que, segundo ele, não existem. "Como a defesa não pode discutir a perícia, vão dizer que a perita não presta", rebateu o promotor.
Cembranelli traçou um perfil psicológico de Anna Carolina Jatobá, dizendo que ela é uma pessoa "perturbada, cansada e dependente financeiramente da família do marido".
Defesa critica sociedade e imprensa
Na sua vez, o advogado criminalista Roberto Podval, que defende os Nardoni, criticou a postura da imprensa e da sociedade no caso. "Se não houvesse essa loucura toda (olha para os jornalistas da sala), eles seriam absolvidos, porque não há provas. Eles entraram condenados sem serem julgados."
Podval citou o caso da inglesa Madeleine McCann, que aos 5 anos desapareceu durante viagem a Portugal com os pais. E lembrou que em determinado ponto da investigação, eles foram colocados como suspeitos.
Por volta das 16h50, o advogado terminou sua parte citando frase de Chico Xavier. "Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas podemos fazer um novo fim", afirmou ao júri. Às 17h46, começou a réplica da acusação.
Promotor diz que madrasta é 'barril de pólvora'
Durante a primeira parte da réplica da acusação, o promotor Francisco Cembranelli afirmou que Anna Carolina Jatobá, acusada de participar da morte de Isabella Nardoni, "é um barril de pólvora prestes a explodir." Ele voltou a acusar a ré de ter agredido a vítima por ciúmes.
O promotor lembrou que Isabella era muito parecida com a mãe, o que teria despertado a ira da madrasta. "Todas as brigas tinham o mesmo motivo: o ciúme doentio que Jatobá tinha de Ana Carolina."
Com a ausência de provas periciais contra a madrasta, Cembranelli se esforçou para traçar ao júri o perfil psicológico da acusada. Disse que ela se referia à mãe da menina como "aquela vagabunda" e destacou que há pessoas que sofrem "transtorno temporário" por alguma razão.
"Era ela quem esmurrava vidraças, esmurrava o marido, atirava o filho no berço", acrescentou. "Estou mostrando que há uma prova evidente de que ela poderia fazer o que fazia habitualmente: agredir as pessoas."
Sobre o fio de cabelo encontrado na cena do crime, que a defesa expôs hoje como uma das provas que não foram periciadas, Cembranelli questionou: "se fosse algo tão importante, por que não pediram DNA antes?". "A defesa trabalha com a dúvida", completou.
(Com informações da Agência Estado)
O casal Nardoni vai cumprir a sentença em regime fechado. Eles foram condenados por homicídio triplamente qualificado, por usarem meio cruel, dificultarem a defesa da vítima e tentarem esconder o crime anterando o local.
Durante esta sexta-feira, acusação e defesa apresentaram suas teses para o júri popular, composto de 4 mulheres e 3 homens, no Fórum de Santana, zona norte de São Paulo. Nas primeiras horas deste sábado, o juiz anunciou a sentença com a condenação dos réus.
Pela manhã, O promotor Francisco Cembranelli afirmou que o casal Nardoni estava no apartamento quando a menina Isabella foi atirada pela janela do sexto andar do Edifício London, no dia 29 de março de 2008.
"Eles (Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá) estavam no apartamento quando Isabella foi jogada", disse Cembranelli, na primeira parte do debate entre defesa e acusação, ao comparar as ligações telefônicas entre vizinhos e polícia no dia do crime. Com base em uma reprodução cronológica das ligações, o promotor cravou: "Contra fato não há argumento."
Na segunda parte de sua exposição no quinto dia de julgamento do caso Isabella, o promotor Francisco Cembranelli continuou calcado na cronologia e na perícia para colocar o casal Alexandre Nardoni e Anna Carolina Jatobá na cena do crime. Ele alegou que o depoimento dos réus não faz sentido. "No momento em que o casal estava lá dentro (do apartamento) é que ela foi defenestrada. Isso é prova científica, senhores jurados. Não cabe contestação", disse ele, usando a maquete para ilustrar seus argumentos.
O advogado de defesa, o criminalista Roberto Podval, usou dois apartes formais - interrupções dentro do código - para criticar a perícia e perguntar sobre as provas, que, segundo ele, não existem. "Como a defesa não pode discutir a perícia, vão dizer que a perita não presta", rebateu o promotor.
Cembranelli traçou um perfil psicológico de Anna Carolina Jatobá, dizendo que ela é uma pessoa "perturbada, cansada e dependente financeiramente da família do marido".
Defesa critica sociedade e imprensa
Na sua vez, o advogado criminalista Roberto Podval, que defende os Nardoni, criticou a postura da imprensa e da sociedade no caso. "Se não houvesse essa loucura toda (olha para os jornalistas da sala), eles seriam absolvidos, porque não há provas. Eles entraram condenados sem serem julgados."
Podval citou o caso da inglesa Madeleine McCann, que aos 5 anos desapareceu durante viagem a Portugal com os pais. E lembrou que em determinado ponto da investigação, eles foram colocados como suspeitos.
Por volta das 16h50, o advogado terminou sua parte citando frase de Chico Xavier. "Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas podemos fazer um novo fim", afirmou ao júri. Às 17h46, começou a réplica da acusação.
Promotor diz que madrasta é 'barril de pólvora'
Durante a primeira parte da réplica da acusação, o promotor Francisco Cembranelli afirmou que Anna Carolina Jatobá, acusada de participar da morte de Isabella Nardoni, "é um barril de pólvora prestes a explodir." Ele voltou a acusar a ré de ter agredido a vítima por ciúmes.
O promotor lembrou que Isabella era muito parecida com a mãe, o que teria despertado a ira da madrasta. "Todas as brigas tinham o mesmo motivo: o ciúme doentio que Jatobá tinha de Ana Carolina."
Com a ausência de provas periciais contra a madrasta, Cembranelli se esforçou para traçar ao júri o perfil psicológico da acusada. Disse que ela se referia à mãe da menina como "aquela vagabunda" e destacou que há pessoas que sofrem "transtorno temporário" por alguma razão.
"Era ela quem esmurrava vidraças, esmurrava o marido, atirava o filho no berço", acrescentou. "Estou mostrando que há uma prova evidente de que ela poderia fazer o que fazia habitualmente: agredir as pessoas."
Sobre o fio de cabelo encontrado na cena do crime, que a defesa expôs hoje como uma das provas que não foram periciadas, Cembranelli questionou: "se fosse algo tão importante, por que não pediram DNA antes?". "A defesa trabalha com a dúvida", completou.
(Com informações da Agência Estado)
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